O SINESP Cinema Paradiso tem a honra de apresentar filmes com aquele ar de mudança e luta pelo fim da opressão. Só que são tantas revoltas e revoluções representadas na história do cinema que é difícil escolher.

Desde os primórdios da sétima arte que as revoluções pairam sobre o ideário da humanidade, sendo fortemente retratadas em telefilmes, documentários e filmes históricos, especialmente romances e ficções científicas. São centenas de histórias que merecem muito serem contadas... Mergulhe em algumas delas a seguir.

Confira seleção especial do SINESP sobre filmes com espírito revolucionário!

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Metrópolis, de Fritz Lang (Alemanha,1927)

Nesse clássico de ficção científica do cinema mudo, a ação se passa no ano de 2026, quando a população mundial se divide em duas classes: a elite dominante e a classe operária. Destinados a viver em um submundo totalmente dominado por máquinas, os trabalhadores têm como líder Maria, uma mulher que acaba cativando o coração do filho do criador da Metrópolis. 

Encouraçado Potemkin, de Sergei Eisenstein (Rússia, 1925)

Considerado um dos mais importantes filmes da história do cinema mudo, conta a história do navio russo Prince Potemkin que foi palco de uma revolta em 1905, um prenúncio da Revolução Russa de 1917. Na Rússia czarista, marinheiros de um navio de guerra cansados de maltratos se recusam a comer carne estragada, servida com o aval do médico de bordo. A execução dos insubordinados é ordenada pelos oficiais do navio, o que só aumenta a tensão até a situação sair completamente de controle  

Guerra de Canudos, de Sérgio Rezende (Brasil, 1997)

Em 1893, a recém proclamada República se sentiu desafiada por uma comunidade humilde no sertão da Bahia e mandou nos anos seguintes vários destacamentos militares para destrui-la. Com José Wilker, Claúdia Abreu, Paulo Betti e Marieta Severo.

A Guerra dos Paulistas, de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi (Brasil, 2002)

Muita gente nem sabe, mas cidades como Campinas, Santos e São Paulo foram bombardeadas pelas tropas federais do presidente Getúlio Vargas em 1932, na Revolução Constitucionalista, deixando um rastro de milhares de mortos. Uma das testemunhas de um dos bombardeios aéreos, Santos Dumont, se suicidou profundamente abalado por ver sua invenção ser usada para tal fim. O documentário "A Guerra dos Paulistas" conta essa história de forma emocionante e inesquecível. 

Trem noturno para Lisboa, de Bille August (EUA, Alemanha, Suíça, 2014)

Baseado no romance homônimo do francês Pascal Mercier (2004), tem no elenco Jeremy Irons e Charlotte Rampling. Conta o episódio histórico da Revolução dos Cravos, em Portugal, ocorrido em 1974, por meio de um encontro entre um professor de línguas arcaicas e uma suicida que tinha no bolso um livro de um autor português, Amadeu do Prado, e um bilhete de Trem para Lisboa com partida no mesmo dia. 

O Carteiro e o Poeta, de Michael Radford (Bélgica, França, Itália, 1994)

Baseado no romance Il Postino (1985), de Antonio Skármeta, o filme retrata o encontro entre o poeta Pablo Neruda, em exílio, com um homem pouco instruído que se torna seu carteiro. Aos poucos, a amizade se solidifica e vai surgindo uma troca de experiências e confidências. Além disso, o carteiro se revela um ouvinte interessado nas lembranças saudosas do Chile.

Revolução dos Bichos, de John Stephenson (EUA, 1999)

Mais uma adaptação do romance de George Orwell (1945) que conta a história de animais que se unem para tomar o poder das mãos dos humanos da fazenda onde vivem. Longa de 1954, dirigido por Joy Batchelor e John Halas, foi a primeira animação produzida pelos britânicos, em co-produção com os EUA (veja clicando aqui).

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