Aconteceu no SINESP
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O pagamento do auxílio e os resultados dele para a vida de milhões de brasileiros e para a economia mostraram que o país precisa de um programa permanente de redistribuição de renda que favoreça a população desassistida, além da garantia de emprego, como ocorre em grande parte dos países hoje.

Por isso o anúncio do governo, de redução do auxílio emergencial para R$ 300 reais, preocupa e exige que todos entrem na campanha #600 Pelo Brasil, pela prorrogação do auxílio emergencial para trabalhadores informais até dezembro, sem redução do valor.

Essa campanha está sendo puxada pelo Fórum das 11 Centrais Sindicais - CUT, Força, UGT, CTB, CSB, NCST, CGTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Intersindical Instrumento de Luta e Pública, articulada com os movimentos populares e sociais, igrejas, torcidas organizadas de futebol e Campanhas como a da Renda Básica, entre outras.

Ela ganhou força após o anúncio do presidente, que deixa evidente a escolha de seu governo, de priorizar o sistema financeiro em detrimento das necessidades concretas da população.

Com abaixo-assinado, ações de rede, nos locais de trabalho e no Congresso Nacional, a campanha vai pressionar o presidente da Câmara a colocar o Auxílio Emergencial em votação. Além disso, a centrais buscarão o apoio e o voto de cada parlamentar para que o valor do auxílio volte a ser de R$ 600 (R$ 1.200 para mães chefes de família).

A importância dos R$ 600

Mesmo com as indicações da necessidade do auxílio permanente, entre elas a elevação da aprovação presidencial, o governo não avança na continuidade devido aos seus acordos com o sistema financeiro.

João Guilherme Vargas Netto, consultor do SINESP, lembra que a atuação das Centrais foi fundamental na conquista do Auxílio Emergencial de R$ 600,00. Havia proposta do governo de R$ 150,00. Mas a intervenção sindical foi decisiva e o Congresso aprovou os R$ 600,00 sem prazo, com a possibilidade - mantido o valor - de dar continuidade ao benefício.

Ele afirma que o Auxílio ajudou 66 milhões de informais, pôs dinheiro nas mãos de milhões de brasileiros, que consumiram comida e outros produtos essenciais, fomentou a atividade nas empresas e protegeu milhões de empregos. Com isso impediu uma crise econômica ainda maior. Os mais de R$ 320 bilhões do auxílio sustentaram o consumo e ajudaram a manter em 2% o PIB brasileiro em 2020.

As Centrais organizaram também um abaixo assinado que pode ser acessado AQUI.

Veja AQUI a íntegra da nota das centrais.

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Comentários   

# Tania Boreto 23-09-2020 17:01
Num país tão desigual e a situação de pandemia exigem a urgência da distribuição de renda.
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# Suely Abreu 23-09-2020 17:18
Pela desigualdade social, pela inclusão dos mais pobres, pela manutenção do auxílio emergencial
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