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SINESP Recebe Rede Autora é um espaço inovador no meio sindical

Por Luiz Ghilardi

Os Dirigentes do SINESP estão sempre atuantes e atentos ao que diz respeito à educação e à escola pública. No âmbito da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, esse interesse se consolida em um trabalho forte junto aos Gestores Educacionais, base desse Sindicato: Diretores de Escola, Coordenadores Pedagógicos, Assistentes de Diretor, Supervisores Escolares e demais educadores que desempenham funções nos órgãos centrais da educação municipal. O SINESP Recebe Rede Autora abre espaço privilegiado para a exposição e valorização desse trabalho relevante para toda a sociedade!

Veja abaixo texto dos autores e vídeos com as apresentações..

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O fato de estarem na gestão das Unidades Educacionais e nos órgãos centrais coloca esses profissionais em condições de conhecerem profundamente a realidade em que atuam. Disso resulta muita responsabilidade na articulação da Gestão Democrática nas UEs e DREs e de Projetos Políticos Pedagógicos qualificados.

Lutas e excelência profissional

Sindicatos tradicionalmente tratam de discussões salariais, de carreira e de outras reivindicações relacionadas a direitos e condições de trabalho.

O SINESP vai além com a certeza que a vivência e o dia a dia do Gestor Educacional ativo e aposentado trazem experiências riquíssimas, expressas em suas falas nas atividades sindicais. 

O Portal do SINESP reflete muitas boas experiências das Unidades Educacionais. Para ampliar e qualificar os registros feitos pelos Gestores Educacionais de ações em que estão à frente, a Diretoria do Sindicato criou o SINESP Recebe Rede Autora, um projeto inovador para ser contínuo e trazer o olhar do Gestor, sua atuação, vivência, estudo e reflexão.

O projeto também inova ao abrir um espaço de difusão das experiências da Rede Municipal de Educação pelos educadores que as articulam e coordenam com olhar atento e escuta fina para o chão de Escola.

O CFCL - Centro de Formação, Cultura e Lazer do SINESP - nasceu com o propósito de ampliar os espaços de formação e de qualidade de vida dos Gestores Educacionais. Superou com louvor o desafio ao abrigar essa iniciativa pioneira no meio sindical, que vai além das cercanias da Prefeitura Municipal de São Paulo.

História de luta pela qualidade da educação e pela carreira

Os Educadores hoje aposentados trazem a experiência que tiveram numa Rede surgida em 1935 e ampliada em 1956 com o atual Ensino Fundamental.

As pioneiras de 1956 deixaram um enorme legado à Rede Municipal de Educação. Rede que se consolidou com a efetivação como Secretaria Municipal de Educação em 1975, já separada da Cultura, ampliada com o nível II (hoje professor de ensino fundamental II e Médio), e nos anos 2000 com a vinda dos Centros de Educação Infantil, que eram denominados de Creches Municipais e vinculados à então Secretaria Municipal de Assistência Social.

O primeiro concurso para Diretor de Escola foi realizado em 1975, fruto da luta dos primeiros Gestores Educacionais da Rede em defesa não apenas da carreira, mas de uma educação sem apadrinhamento, que atua, que tem protagonismo.

Desde 1992, o Gestor Educacional tem o SINESP como legítimo representante, um Sindicato que sempre foi além do óbvio,valorizando e divulgando o trabalho, a expertise e o protagonismo da categoria que, com grande frescor e vivacidade, refletiu nesse primeiro SINESP Recebe Rede Autora.

Ele foi a semente de outros que virão e trarão a união de conceitos acadêmicos e de práticas gestoras dentro do ambiente sindical, num novo espaço criado para que fique registrado o empenho daqueles que diariamente dedicam-se a suas comunidades e territórios que os pioneiros, em 1956 ou mesmo em 1935, resolveram desbravar.

Empenho que sintetiza o que para o SINESP é princípio fundamental: Defesa da Educação Pública de qualidade e da carreira do Magistério. 

Que venham muitos SINESP Recebe Rede Autora!

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Promover a divulgação de práticas da Rede e valorizar o Gestor Educacional pelo seu papel essencial são ações de quem se preocupa de verdade com a educação pública e sabe que seus profissionais são fonte de dedicação e de qualidade. E a ausência de iniciativa do poder público torna essas ações ainda mais valorosas.

Que este primeiro SINESP Recebe Rede Autora seja fomentador e traga as muitas produções que existem em uma Rede que borbulha desde 1935, quando Mario de Andrade e Fernando de Azevedo deram início aos primeiros três Parques Infantis da Cidade. Desde que as Pioneiras de 1956 foram atrás de casas, garagens e outros espaços para colocar em funcionamento as primeiras salas de aula das nascentes Escolas Municipais. Desde o início dos anos 2000, com o início da vinda das Creches Municipais para a Educação. 

Rede Municipal de Educação em que Gestores Educacionais fazem parte da carreira do Magistério, cuja permanência na cidade de São Paulo e nos Planos Municipais e Nacionais de Educação é luta pioneira encampada pelo SINESP

A apresentação dos trabalhos dos Gestores Educacionais no SINESP Recebe Rede Autora, a qualidade, a abrangência e o alcance dos temas abordados e estudados só reforçam a importância dessa luta! 

 

A práxis  gestora em foco

Por Christian Sznick, Cris Ribeiro, Denise Aguiar e Rosana Capputi

“Quase nenhuma ação humana tem por sujeito um indivíduo isolado. O sujeito da ação é um grupo, um ‘Nós’, mesmo se a estrutura atual da sociedade, pelo fenômeno da reificação, tende a encobrir esse ‘Nós’ e a transformá-lo numa soma de várias individualidades distintas e fechadas umas às outras.” (Lucien Goldmann, 1947).

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O SINESP, fundado em 1992 por gestores educacionais da Rede Municipal de Ensino - RME, em defesa da carreira, sempre considerou que o concurso público para provimento de cargos é a garantia de democracia por ser fruto de avanço político e contra o clientelismo e o apadrinhamento. Esta luta, ainda que central, não é a única frente de atuação do SINESP, pois desde sua constituição temos por característica ser um Sindicato forte, plural, respeitado, que zela pela vida com qualidade para os seus filiados e que participa ativamente de todas as lutas que buscam a valorização do gestor e a defesa intransigente de uma Educação Pública de qualidade.

Temos ainda, no nosso escopo de atuação, o compromisso com a formação profissional e sindical da categoria, promovendo fóruns de debates. Mesmo porque, no dia a dia, os gestores enfrentam inúmeros desafios, o que requer habilidades e conhecimentos, reflexão crítica sobre a prática e decisões pautadas em valores éticos.

No que se refere ao papel formativo do SINESP junto aos seus filiados, destacamos o Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº 9.394/96 que afirma que a educação não se restringe ao espaço escolar, uma vez que “abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”.

Neste sentido, participar das ações e reuniões do SINESP, por si só, já tem um caráter formativo, mas não nos atemos somente a este aspecto, uma vez que promovemos cursos presenciais e a distância, fóruns e congressos, cines-debate, clube de leitura, visitas culturais, dentre outros.

Nessas atividades é comum constatarmos que os gestores da Educação Pública carregam vastos conhecimentos e práticas educativas qualificadas que carecem de visibilidade e de partilha. Ademais, não raramente, deparamo-nos com o protagonismo e apoio desses educadores, que agregam outras perspectivas às lutas historicamente encampadas pelo SINESP, auxiliando-nos na discussão sobre políticas educacionais e de valorização da Escola Pública e de seus profissionais.

A história revela que no Brasil, especificamente no município de São Paulo, o avanço no campo educacional se deve, essencialmente, à luta de educadores, intelectuais, sindicatos e de vários movimentos sociais. Entretanto, reiteradamente, os gestores enfrentam situações complexas que os impulsionam a rever estratégias em busca da defesa de seus princípios, isto é, da Educação Pública de qualidade para todos, de melhores condições de trabalho e pela manutenção de direitos. Acreditamos que é fundamental mobilizar todos os conhecimentos possíveis em prol desses objetivos.

Segundo Marcolino e Mizukami, “o processo de narrar a própria experiência possibilita ao sujeito reconstruir sua trajetória e lhe oferece novos sentidos, estabelecendo uma relação dialética entre experiência e narrativa, mediada pelos processos reflexivos” (2008, p. 542) .

Logo, o processo de escrita e autoria realizado pelos gestores educacionais sobre sua atividade constitui-se em estratégia eficaz de formação continuada e como potência formativa, uma vez que a análise crítica do seu fazer profissional toma como uma de suas referências o exercício da capacidade reflexiva do gestor sobre seu próprio fazer e propõe que o aperfeiçoamento do profissional da educação seja concebido como um ato permanente.

A escrita como recurso formativo, especialmente quando faz do processo de formação continuada e de autoformação momento para valorizar o pensamento e a experiência profissional, estimula a autoria. Entretanto, destacamos que esse processo precisa estar situado em um contexto de ação e reflexão, voltado à socialização para que possa desencadear novas reflexões e atividades coletivas no espaço em que a prática de gestão educacional é produzida.

É a partir dessas convicções que nasce o projeto SINESP Recebe – Rede Autora que objetiva, entre outros, demonstrar o valor da autonomia e da autoria do gestor, considerado como um sujeito socio-histórico-cultural, construtor do processo educativo, evidenciando uma forma de recriar a escola com práticas pedagógicas inovadoras que puderam ser gestadas e experienciadas.

É uma proposta de escrita de textos teóricos, teórico-práticos e relatos de prática que visa a oportunizar a troca de experiências entre gestores, compartilhar experiências, fomentar o debate, evidenciar reflexões críticas e produções acadêmicas, do chão da escola à academia, a fim de fortalecer e empoderar a ação gestora democrática na RME.
A materialização do projeto...

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Instituímos uma comissão com membros da diretoria para elaborar o regulamento do evento e etapas do processo. O desafio seguinte foi pensar em como aproximar essa atividade da universidade sem abafar as experiências do chão da escola e valorizando a trajetória percorrida pelos gestores.

Definimos cronograma, modalidades de apresentação dos trabalhos, eixos temáticos a serem abordados (gestão educacional, currículo, diversidade e valorização do trabalhador), organização e estrutura dos escritos, ficha para revisão técnica dos artigos e formas de contato e aproximação com os autores participantes. Foi ainda proposto documentar e socializar a obra intelectual acolhida pela Comissão, por meio da publicação dos artigos na revista pedagógica digital do SINESP.

Faltava ainda, agregar um (a) professor (a) do meio acadêmico que nos auxiliasse na promoção do diálogo e interação com os (as) participantes no dia da apresentação. No entanto, deveria ser um (a) profissional que reunisse características específicas. Uma pessoa que, além de catedrática, conhecesse a RME/SP, o movimento sindical e que ainda tivesse em seu currículo experiência como Gestor (a) na Educação Pública. Foi assim, que chegamos ao nome da Profa. Dra. Emilia Maria Bezerra Cipriano Castro Sanches.

Apresentada nossa proposta e feito o convite, constatamos uma similaridade entre nosso projeto e os ideais da professora Dra. Emilia que, desde 2017, instituía em suas ações a publicação das pesquisas desenvolvidas junto ao Programa de Formação de Formadores - Mestrado Profissional, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em diferentes frentes da escola básica, com a finalidade de conferir o estatuto de coautoria aos docentes, ex-orientandos e demais pesquisadores.

As etapas subsequentes foram sucessivas reuniões da comissão, divulgação do evento no site do sindicato, abertura e validação de inscrições, análise e devolutiva dos textos, entre outros. No tocante à classificação da produção escrita por eixos, vale relatar que compreendemos que as temáticas selecionadas - gestão educacional, currículo, diversidade e valorização do trabalhador - interagem entre si, por isso as categorizamos apenas para organização do trabalho.

No transitar desse caminho, encontramos no desconhecido um trabalho desafiador. Cada artigo lido representa um diálogo, um engajamento, uma resistência ou uma defesa em busca de maior atenção dos profissionais da educação, do poder público e da sociedade em geral em prol de uma educação pública de qualidade e justa para todos. Por isso, temos a certeza de que a leitura desses artigos servirá para estimular novos estudos e reflexões que contribuam para o avanço das políticas públicas educacionais e das práticas pedagógicas no nosso município.

 

Uma Manhã Iluminada

Por Emilia Cipriano Sanches

"Muita gente pequena
em lugares pequenos
fazendo coisas pequenas
pode mudar o mundo"
Eduardo Galeano

Sábado de manhã, muitas ações nesta cidade tão grande que é São Paulo. Com tantos movimentos acontecendo, destaca-se, neste dia, um encontro especial para os gestores das Escolas Municipais. Um grupo pequeno, mas com uma enorme ousadia, que desafiava-se a construir uma história de autoria fundamentada no desejo de produzir, sistematizar e socializar seu conhecimento revelando suas práticas, a serviço da qualidade da Escola Pública.

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Como diz GALEANO, na epígrafe inicial, talvez conversando com o poeta Manoel de Barros, fazedor de manhãs, que também tira o lirismo das pequenezas. É na miudeza das ações, no aconchego de nosso canto, que nossos atos transformam uma sociedade. Sendo assim, trago nesta conversa nosso patrono PAULO FREIRE (1996) dizendo em sua obra que “a alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”, assim foi nossa manhã de muita sabedoria.

Ser gestor na educação pública implica em muitos desafios para que a escola garanta o acesso e a permanência de qualidade aos nossos bebês, crianças e jovens, mobilizando toda a comunidade escolar em torno de um Projeto em comum. Função essa necessária à articulação de todo o trabalho desenvolvido na escola, muitas vezes sem a devida condição de trabalho que se revela como desafios de sua prática. Neste coletivo, é possível pensar nas diversas vivências que tragam os princípios políticos, éticos e estéticos apontados em nossas diretrizes curriculares.

Muitos acreditam que os educadores e pesquisadores são grupos distintos e com poucas relações entre si. Dessa forma, este evento valoriza o saber da Rede, acreditando que é na ação que podemos transformar contextos, incentivando a produção de conhecimento acadêmico e científico com os saberes da prática e do chão da escola. As temáticas do encontro foram decididas coletivamente e cuidadosamente com o carinho que a Rede Municipal merece.

Sendo assim, o acompanhamento de vivências, experiências e reflexões técnicas, práticas e produção acadêmica dos gestores de educação impulsionam a equipe do SINESP a materializar a organização de um encontro teórico com a provocação: “SINESP Recebe Rede Autora”. Foram nessas organizações que a proposta se delineou, desde a elaboração do editorial de inscrição, leitura dos trabalhos, categorização das produções e desenho de como se daria a apresentação. O objetivo deste encontro era construir um espaço de troca para compreender as histórias e saberes dos gestores da Rede Municipal de São Paulo.

O grande dia iniciou com leveza e alegria. A chegada dos autores, seus familiares e amigos, revelariam a realização dos fazeres e fortalecimento da produção deste grupo. TARDIF (2014) nos conta que as pessoas significativas na família aparecem como uma fonte de influência importante para a identidade pessoal dos educadores e seu conhecimento. O autor afirma que saberes são vários, temporais e provenientes de diferentes fontes.“São plurais e heterogêneos, pois trazem à tona, no próprio exercício do trabalho, conhecimentos e manifestações do saber-fazer e do saber-ser bastante diversificado e provenientes de fontes variadas”.

Neste clima de trabalho, afeto e colaboração, com as palavras da diretoria do SINESP enfatizando a intenção do evento, iniciou-se a troca desses saberes no encontro. Em seguida, tive o privilégio de, como assessora do trabalho, ressaltar o significado desta iniciativa. Na condição de professora que defende a pesquisa engajada como uma ação de enfrentamento e superação aos desafios educacionais, destaquei a importância do exercício de autoria dos gestores, envolvendo o trabalho coletivo, sedimentando a experiência e a importância da publicação das práticas iluminadas pelas teorias.

Em virtude das próprias funções que exercem, os gestores ocupam uma posição essencial dentro dos sistemas de educação. Portanto, é importante que a equipe gestora descubra-se autora da própria prática e que possam, junto com seus pares, documentar os processos educativos da escola. Assim a equipe cria autonomia e se fortalece na organização das atividades do dia a dia da Unidade Escolar.

Todas as apresentações buscaram a valorização das especificidades do seu território com eixos importantes envolvendo a gestão democrática, a formação do professor e a consolidação do Projeto Político da Escola como documento que aponta as reflexões e sonhos do coletivo da escola. Os momentos de escuta e diálogo com as temáticas atuais contemplaram os parceiros coletivos pela valorização dos sujeitos da educação, respeito e valores na escola, o protagonismo estudantil, das demandas pautadas em decisões coletivas.

No segundo momento, pudemos nos aprofundar no olhar crítico e reflexivo para as relações étnico-raciais, enfrentando as vulnerabilidades sociais. O gestor precisa se potencializar e ter consciência que seu papel nasce da coletividade, do diálogo e da colaboração. E, como LARROSA (2002), que enfatiza o poder das palavras nesse processo transformador.
“creio no poder das palavras, na força das palavras, creio que fazemos coisas com as palavras e também que as palavras fazem coisas conosco. As palavras determinam nossos pensamentos porque não pensamos com pensamentos, não pensamos de acordo com uma suposta genialidade ou inteligência, mas a partir de nossas palavras. Pensar é dar sentido ao que somos e ao que nos acontece”.

Pelo diálogo, pela palavra, pela força do coletivo podemos acreditar que é possível pensar em processos transformadores. Assim foi o terceiro momento, envolvendo várias questões, mergulhamos em propostas que iluminam as formas coletivas, a identidade profissional e as diretrizes progressistas. A reflexão sobre nossos fazeres, permite um caminhar mais coletivo, fechando com a participação social na construção dos Planos do Educação.

Cada fala, uma descoberta, um ressignificar de uma prática. A explicitação de uma concepção, a prática de um jeito de fazer. Todos os participantes do encontro em quatro horas saborearam as reflexões, em clima de sincronicidade e uma sensação de complementariedade, profunda sintonia de pensamento humanizado, transformador e comprometido com a Escola Pública de qualidade. Essa sintonia fortalece a luta coletiva, em busca da construção da identidade e do respeito de ser educador em nosso país.

Com certeza, as portas abertas do SINESP para receber nossa rede autora, com um trabalho colaborativo, estão disponíveis para ouvir e considerar as problematizações feitas pelos nossos gestores pesquisadores. Essa ação fortaleceu a prática de quem lá estava presente e mais ainda, com a publicação deste documento pode levar nossas reflexões para outros espaços formativos, mostrando que não estamos sós na busca de uma escola pública transformadora e de qualidade.

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Veja os trabalhos que fazem parte da 1ª edição do SINESP Recebe Rede Autora e confira os vídeos das apresentações.

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Gestão Escolar Democrática e o Protagonismo Estudantil: o ato político de educar - Por Carlos Roberto Medeiros Cardoso

Veja o vídeo:

RedeAutora Carlos

 

Gestão e práticas democráticas em um Centro de Educação Infantil na cidade de São Paulo - Christian Silva Martins de Mello Sznick

Veja o vídeo:

RedeAutora Christian

 

Da teoria à práxis: formação coletiva e identidade profissional dos “Diretor@S Progressistas - Edilson da Silva Cruz, Ana Cristina Vanícola e Renata Duarte Zuliani 

Veja o vídeo

RedeAutora DirProg 1

 

A resistência como instrumento de trabalho do Coordenador Pedagógico - Elisangela Carmo de Oliveira

Veja o vídeo

RedeAutora Elisagela 

 

A participação social na construção dos planos de Educação. A experiência da cidade de São Paulo na elaboração dos planos regionais de Educação - Fatima Aparecida Antonio 

Veja o vídeo

RedeAutora Fatima

 

Práticas pedagógicas na Educação Infantil: um olhar crítico para as relações étnico-raciais - Gidalva Santos Santana 

Veja o vídeo

RedeAutora Gidalva 

 

O Papel Político-administrativo da Gestão do Centro Educacional Unificado (CEU) - João Batista Soares de Carvalho 

Veja o vídeo

RedeAutora JoaoBatista

 

Re-conhecimento e impressão: primeiros percursos coletivos pela valorização dos sujeitos na Educação - Letícia Oliveira Máximo Brito e Natália Tazinazzo Figueira de Oliveira 

Veja o vídeo

RedeAutora LeticiaNatalia

 

As observações do gestor escolar iniciante, diante das demandas da unidade escolar e a gestão democrática no âmbito da Secretaria Municipal de Educação (SP) - Mardonia Matos Pinheiro Alencar

Veja o vídeo

RedeAutora Mardonia 

 

A atuação do psicopedagogo institucional no enfrentamento às vulnerabilidades sociais: a experiência do NAAPA Santo Amaro - Paula Augusta Bettio Sanches

Veja o vídeo

RedeAutora Paula

 

O “Índio” e a homologação da Lei nº 11.645/08 – problematizando o currículo e as práticas escolares - Roberta Villa

Veja o vídeo

RedeAutora Roberta

 

Concepções de diretoras de centros de Educação Infantil paulistanos, sobre creche, educação e cuidado de crianças pequenas de até 3 anos - Rosana Capputi Borges

Veja o vídeo

RedeAutora Rosana

 

Violência Escolar: problema sem solução? - Sônia Sampaio 

Veja o vídeo

RedeAutora Sonia

 

 

 

As duas filiadas abaixo não fizeram apresentação oral

O mal-estar do docente na função de diretor de escola pública - Mariana Rosa Paludetto de Andrade

Processo da construção de um projeto pedagógico na Educação Infantil: relato de experiência - Sonia Aparecida de Lima Michelino

Veja o vídeo

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