Dirigentes e filiados do SINESP atuam no Senado em defesa da aposentadoria e da educação

Aconteceu no SINESP
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Conversaram com senadores e participaram de sessão da Comissão de Constituição e Justiça que debateu a realização de audiências públicas sobre as reformas da Previdência e tributária.

Para os representantes do SINESP, ficou bastante evidente nas falas dos senadores que o objetivo do governo é tratar as duas reformas com um grande trator, sem o debate necessário para os temas nem o devido respeito ao processo democrático e à participação dos extratos sociais envolvidos.

Além das enormes perdas já conhecidas da reforma da Previdência, há outras inseridas na reforma tributária, que trará aumento do impacto dos impostos aos mais pobres e trabalhadores assalariados, em benefício de empresários e da camada mais rica da população.

Os Gestores Educacionais abordaram diversos Senadores sobre a Reforma da Previdência. Na Comissão de Direitos Humanos, o SINESP se inscreveu e participou dos debates, sendo citado por parlamentares, inclusive, por sua atuação na luta contra a Reforma da Previdência.

SINESP na Marcha das Margaridas

Enquanto uma parte da delegação que esteve em Brasília nessa semana pressionava Senadores para rejeitarem a Reforma da Previdência, outra participou da Marcha das Margaridas.

O movimento foi criado em homenagem a Maria Margarida Alves, sindicalista assassinada em 1983 a mando de latifundiários da região nordeste. Ela atuou por mais de dez anos à frente do sindicato de sua categoria e lutou pelo fim da violência no campo, por direitos trabalhistas como respeito aos horários de trabalho, carteira assinada, 13º salário, férias remuneradas e a aposentadoria digna.

O tema do ato desta quarta-feira foi "Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência".

Além dos Gestores Educacionais da Prefeitura de SP, também participaram mulheres de várias categorias profissionais, entre elas bancárias, agricultoras familiares, ribeirinhas, quilombolas, pescadoras, extrativistas, camponesas, quebradeiras de coco e mulheres indígenas, que lutam pelo combate à pobreza e o enfrentamento aos casos de feminicídio.

A Marcha das Margaridas acontece a cada 4 anos, desde sua primeira edição, em 2000. Este ano, em sua 6ª edição, o protesto reuniu mais de 100 mil pessoas de todo o país em frente ao Congresso Nacional.

Senado 2

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