Movimento Sindical propõe diretrizes para o Brasil e defende unidade da classe trabalhadora

Aconteceu no SINESP
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agenda centrais 1O experiente consultor Sindical do SINESP e de entidades Sindicais de diversas categorias, João Guilherme Vargas Neto, está atento ao cenário político do país e, como é sua característica, busca se antecipar às situações a partir da leitura precisa dos acontecimentos presentes.

Para ele, uma tarefa importantíssima no momento para o movimento sindical é intervir como orientador dos trabalhadores na disputa eleitoral que se avizinha. Vargas acredita que o povo brasileiro está confuso devido à própria situação econômica, num cenário em que, dos 100 milhões de brasileiros produtivos, 30 milhões se encontram desempregados ou desalentados. “A trava na economia e a insegurança advindas desse quadro produzem mais instabilidade ainda, como as flutuações do câmbio e a desorientação política ante as eleições de outubro”, afirma ele.

Nesse sentido, Vargas Neto sublinha a importância da agenda prioritária da classe trabalhadora que as centrais sindicais brasileiras aprovaram e lançaram com a ajuda do DIEESE. Ele visa a nortear os embates eleitorais com democracia, soberania e desenvolvimento: justiça social, trabalho e emprego.

Vargas Neto afirme, em artigo, que “trata-se de uma ampla plataforma política com propostas para o enfrentamento da crise no país, sob a perspectiva do desenvolvimento econômico, com criação de empregos e valorização do trabalho. Em seus 22 pontos a agenda sintetiza a plataforma político-sindical que orienta as ações sindicais durante o processo eleitoral deste ano, sensibiliza os candidatos a todos os cargos em disputa e garante o apoio da militância àqueles que se mostrarem (com atos e palavras) favoráveis a ela.

E completa afirmando que “a primeira e mais importante afirmação do documento unitário é o compromisso pela criação de empregos em um processo de retomada do desenvolvimento econômico. O Brasil não pode mais suportar os 30 milhões de brasileiros desempregados, desalentados e mal utilizados na vida produtiva da sociedade. As centrais sindicais CSB, CTB, CUT, FS, Intersindical, NCST e UGT que assinaram a agenda demonstram um aspecto importante da democracia brasileira que é a relevância na vida política nacional dos sindicatos e d@s trabalhador@s. A agenda deve chegar a todos os aliados, candidatos a presidente, a governadores, a senadores (dois por estado), a deputados federais e a deputados estaduais. É a âncora tríplice de nossa participação cidadã com suas três pegadas: unidade, resistência e emprego.”

Acreditando que “a força da unidade pode se tornar a unidade da força”, Vargas conclama os Sindicatos a divulgarem a agenda. É o que fazemos: clique AQUI para conhecê-la e ajude a divulgá-la.

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