Observatório do currículo

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O SINESP convida os Gestores Educacionais a contribuírem com um acompanhamento coletivo do desenvolvimento do “Currículo da Cidade de São Paulo para o Ensino Fundamental” nas escolas da RME.

Por que um Observatório do currículo?

O Gestor Educacional está em posição privilegiada para coordenar a construção de uma visão global da ação do poder público na aplicação do Currículo da Cidade nas Unidades Educacionais.

Pode apontar os benefícios e dificuldades que surgirem no dia a dia, o aporte da SME, os efeitos das mudanças no sistema educacional, no aproveitamento dos alunos e demais aspectos necessários e relevantes.

Essa troca também leva a uma formação compartilhada entre as equipes envolvidas no processo.

Por que é importante esse acompanhamento?

Ele dará informações para os Gestores saberem como está a aplicação do novo currículo na RME. Ajudará a terem uma visão macro, a compartilharem informações e a terem mais segurança para avaliar o apoio que a SME deve dar ao implementar a proposta do novo currículo

Com isso terá informações para uma análise comparada do que ocorre nas Unidades Educacionais.

Os Gestores também terão oportunidade de mostrar o protagonismo da Equipe e da escola na implantação do seu Projeto Político Pedagógico e como ele cruza com o Currículo da Cidade.

Os relatos darão ao Sindicato informações atualizadas sobre a efetivação dos investimentos e suportes do poder público, a adequação em clareza, conteúdo, qualidade, etc, e sobre as dificuldades encontradas pelas equipes Gestoras. Essas informações serão vitais para debates e negociações com a SME ao longo do ano.

Como colaborar nessa observação?

Para dar sua contribuição, vá ao final dessa página e escreva seus apontamentos em “adicionar comentário”. Identifique a Unidade Educacional e a DRE.

Mas se por algum motivo você preferir não se identificar, é só nos avisar. Só não deixe de contribuir.

Tente fazer um relato sucinto e objetivo. Textos muito longos dificilmente serão lidos e considerados.

SE PREFERIR GRAVAR UM DEPOIMENTO EM VÍDEO, encaminhe para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo celular do SINESP (WhatsApp) 97605-9210.

Se quiser enviar fotos que ilustrem o trabalho, utilize os mesmos e-mail e WhatsApp.

Veja AQUI vídeo com Gestores de EMEFs filiados do SINESP falando sobre o novo currículo.

Veja AQUI vídeo sobre a importância do Observatório do Currículo e contribuições dos Gestores.

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Espaço de formação e de reflexão

Para capacitar e auxiliar os Gestores Educacionais, o SINESP promoveu o curso EAD “O currículo da cidade de São Paulo”, como Formação Cidadã. O objetivo foi contribuir com a formação profissional e dialogar sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que subsidia o currículo que está sendo implantado na RME.

A seguir disponibilizamos o texto guia e materiais complementares utilizados no curso. Serão de grande valia para todos nesse processo de aplicação do novo currículo.

-Texto guia da Formação Cidadã do SINESP 2018.

-Relatório Educação para todos.

-Nota da ANPED sobre a entrega da 3ª versão da BNCC.

-Apresentação da Conselheira Municipal de Educação Fátima Antônio feita aos Conselheiros do SINESP sobre a BNCC e o Currículo da Cidade.

-Apresentação da Coordenadora Pedagógica Angelica Merli - Analisa a BNCC, faz considerações sobre competências e sobre o CURRÍCULO da EDUCAÇÃO INFANTIL  e do ENSINO FUNDAMENTAL da SME.

Nota da ABdC sobre processo de implementação da BNCC do Ensino Fundamental.

-Texto sobre o PISAPrograma Internacional de Avaliação de Estudantes

 

Veja AQUI a página do site da SME sobre o tema, com os documentos da base curricular da cidade de São Paulo.

Veja AQUI a página do MEC sobre a BNCC.

 

 

Comentários   

#9 Mardonia Matos Pinheiro 22-06-2018 12:31
Vale lembrar também o mínimo de investimento em cursos formativos para os diversos profissionais, também pode impactar na construção e continuidade do currículo. Percebe-se que a quantidade de formações oferecidas, não contempla minimamente as demandas das diversas DREs e a diversidade de faces desse município.
Penso que um profissional capacitado, com formação continuada para o seu fazer é também pensar em currículo, pois este mesmo profissional sabendo o que tem fazer, como fazer, e porque fazer, numa avaliação constante da sua prática, poderá enriquecer ainda mais os nossos espaços de ensino e afeto(cuidar- educar ) o que refletirá consideravelmente na aprendizagem e na vida dos nossos bebês e crianças.
Mardonia (diretora CEI Jardim.Novo Parelheiros)
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#8 Mardonia Matos Pinheiro 22-06-2018 12:29
Para educação infantil (CEI) o currículo da cidade ainda está em processo de formação de GTs para sua elaboração. Existe em RME muitos documentos importantes de várias demandas de outras gestões referentes a educação infantil, incluir a educação infantil no currículo da cidade, respeitando essa construção é algo de grande valia e maturidade a historicidade educacional.
No entanto, quando se pensa em dia a dia nas rotinas de diversos CEIs, o número insuficiente de professores; funcionários; gestores; a disponibilidade de recursos, retrata a necessidade de pensar efetivamente na Educação Infantil como parte importante para a vida de bebês e crianças desta cidade, considerando estes como verdadeiros protagonistas na história da educação infantil
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#7 Marli Macedo do Nascimento 14-06-2018 00:01
Os novos governantes, em todos níveis, devem entender que o país realmente mudou, as pessoas se tornaram mais críticas e céticas depois de muitas desilusões.
Quero dizer que se o discurso ideológico não é o forte, o convencimento se dará através de uma contrapartida real, salário digno e boas condições de trabalho.
Breve postarei algumas considerações feitas pelos professores sobre a implementação do Currículo da Cidade, a partir de uma pesquisa que fiz com o grupo de PEA que coordeno.
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#6 Marli Macedo do Nascimento 14-06-2018 00:00
Existe alguma resistência, é fato, pois os problemas sociais neste país, nesta cidade são escandalosos, e suas consequências nas crianças e jovens também são muitas vezes devastadoras, absorvendo tempo e energia dos educadores.
Por outro lado, a BNCC é uma exigência dos tempos que vivemos!
Não é apenas um modismo ou mesmo somente para atender interesses de grupos financeiros, como muitos pensam e argumentam. Vivemos esta contradição, que coloca a escola pública em mundo paralelo a outro que avança rapidamente.
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#5 Marli Macedo do Nascimento 13-06-2018 23:59
Sou Coordenadora Pedagógica na EMEF Professor Roberto Mange - DRE BT.
Desde o ano passado tenho feito algumas leituras sobre alguns aspectos do novo Currículo da Cidade, porém sinto falta de uma formação para os Coordenadores.
Já sabemos que o professor como multiplicador das formações oferecidas pelas SME não acontece satisfatoriamente. Depende da boa vontade do professor, assim como de sua disponibilidade, pois nem todos participantes nos cursos fazem JEIF.
Nós coordenadores pedagógicos também precisamos estar convencidos e instrumentalizados das possibilidades de implementação do currículo, considerando os poucos recursos disponíveis, pedagógicos e humanos. Penso também, que a antiga gestão da prefeitura foi bastante feliz promovendo ampla formação para os educadores.
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#4 SOLANGE DAS GRACAS SENO 23-05-2018 07:39
Participo do grupo para a construção do currículo de Educação Infantil e a conversa iniciou citando os principios de qualidade da Ed. Infantil e a Matriz de saberes já citada no material de Ensino Fundamental.
Foram colocados alguns desafios para o grupo. Entre eles estão: como ouvir as crianças na construção curricular; como envolver o maior número de pessoas da comunidade escolar; garantir que as práticas vivenciadas em nossos territórios ocupem e qualifiquem o material curricular que estamos organizando.
Acrescento por minha conta o desejo de fazer discussões consistentes em que realmente a construção efetuada perpasse por grupos interessados na qualidade do trabalho efetuado com as crianças.
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#3 Solange das Graças Seno 21-05-2018 15:00
Peço licença e me atrevo a fazer uma reflexão sobre a construção de diferentes aprendizagens nos diferentes níveis de ensino, a partir de uma observação efetuada no CEI Vila Curuça II, DRE São Miguel, onde sou Coordenadora Pedagógica. Quem puder dar uma olhadinha: http://coordenadorapedagogica.blogspot.com.br/2017/04/o-que-eu-aprendi-com-primeira-fase-da.html
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#2 Roberta Cavalcante 21-05-2018 11:35
Sou coordenadora da Emef Januário Mantelli Neto, Ermelino Matarazo, DRE Penha.
Em nossa Unidade, para garantir a implementação do Currículo da Cidade, entendemos que seria importante planificá-lo, ou melhor abri-lo, de forma que todos pudessem ver, entender e aplicar os objetivos do conhecimento dentro das diversas considerações e concepções, juntamente com as ODS dos 1ºs ao 9º anos.
Então, nos horários de formação e reuniões, estamos elaborando um quadro onde todos os professores das diferentes áreas do conhecimento possam corroborar com o seu plano de trabalho, a partir do seu estudo e síntese do que os alunos precisam de fato aprender.
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#1 Ana Cristina 21-05-2018 11:22
O que percebo é que há muita resistência por parte de alguns professores em modificar suas aulas e fazer algo mais significativo e prático, e não condicionado ao que predetermina-se ensinar em cada ano escolar. Não conseguem flexibilizar e nem adaptar ao cotidiano do aluno.
Diretora da EMEF Frei Antonio Sant'Ana Galvão, DRE JT.
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