Manifestação na Praça da República faz parte da mobilização do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

Aconteceu no SINESP
TIPOGRAFIA

“Sem violência, racismo, discriminação e fome! Com dignidade, educação, trabalho, aposentadoria e saúde!” é o mote escolhido Marcha das Mulheres Negras de SP 2019 para a mobilização deste ano.

25 Julho DiadaMulherNegraEla ocorrerá no dia 25 de Julho, a partir das 17h30, na Praça da República, dando início à concentração para a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo.

O SINESP divulga a data e a mobilização pois considera importante toda organização e luta que envolva a denúncia de desigualdades sociais e a busca de direitos e identidades plenas.

Veja abaixo parte do texto publicado pelo site www.kickante.com.br:

Após reunir cerca de 7 mil pessoas em 2018, voltamos às ruas num ato de enfrentamento às políticas de desmonte dos direitos sociais e em uma conjuntura de graves violações de direitos humanos, que afetam principalmente a nós, mulheres negras.

Na data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela, estaremos unidas em todo o continente na luta contra as várias opressões que sofremos, com o objetivo de superá-las.

Os eixos são uma resposta à precarização dos serviços de assistência e previdência social, e de saúde e educação públicas, que ocorrem nos níveis municipal, estadual e federal. A luta contra o racismo religioso, a lesbotransfobia e o genocídio da juventude negra e periférica permanecem em nossa pauta de reivindicações.

A Marcha contará com ato político e uma aula pública com Nilma Bentes, uma das fundadoras do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará, e uma das idealizadoras da marcha que levou 50 mil mulheres negras para Brasília em 2015.

Nilma vai abordar o conceito de Bem Viver – filosofia indígena que propõe uma outra forma de organização social, contrária ao acúmulo de capital e à exclusão – e como ele se insere no contexto da vida das mulheres negras.

Intervenções artísticas (e políticas) do bloco afro Ilú Obá de Min e de cantoras e poetisas negras completam a programação.  Como todos os anos, as mulheres indígenas – com quem temos uma aliança de parentesco - são convidadas a marchar conosco.

POR NÓS, POR TODAS NÓS, PELO BEM VIVER!

 

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar