SINESP na mídia: Servidores municipais mantêm greve em São Paulo e farão novo protesto

Aconteceu no SINESP
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agencia sindical sinespA greve dos servidores públicos entra em seu 24o dia, e se intensifica a cada dia.

O SINESP, ao lado dos Gestores Educacionais, tem participação ativa no movimento paredista, organizando e participando de dezenas de atos e reuniões nas Unidades Educacionais, pontos estratégicos da cidade (metrô, terminais, parques, vias de grande circulação), em contato direto com a comunidade.

Confira abaixo notícia veículada no site "Agência Sindical", com entrevista do Presidente do SINESP, Luiz Carlos Ghilardi: 

 

 

Servidores municipais mantêm greve em São Paulo e farão novo protesto

• 27/2/2019 - quarta-feira
 
Os servidores municipais de São Paulo farão novo protesto amanhã (28), às 15 horas, em frente à prefeitura. Após, às 18 horas, haverá assembleia para decidir os rumos do movimento. Luiz Carlos Ghilardi, presidente do Sinesp (Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo), disse à Agência Sindical que a categoria vai seguir tentando negociar com o governo municipal.

“Os trabalhadores reivindicam a revogação da lei municipal 17.020, que cria o Sampaprev, que trata da reforma da previdência da capital paulista. Eles pleiteiam também o fim da política de aumento anual de 0,01% e reajuste de 10%”, explica.
 

Servidores unicipais mantêm a mobilização na capital paulista
Ontem (26) pela manhã, as lideranças sindicais que representam os servidores se reuniram com secretários municipais, mas não houve acordo. Os secretários estão irredutíveis quanto à revogação da lei da reforma da Previdência, que amplia a contribuição de 11% para 14%, atrelando o tema à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 6/2019, relativa à reforma nas aposentadorias da União.

“Até agora, foram feitas três rodadas de reuniões com o prefeito Covas”, informa Ghilardi. Ele conta que a condução das negociações é dificultada, porque o prefeito impõe como condição a volta ao trabalho. “O governo insiste que o término da greve seja votado em assembleia”, explica.

A Lei 17.020, que os servidores lutam pela revogação, foi sancionada em 27 de dezembro, após aprovação na Câmara Municipal. A medida aumenta a contribuição previdenciária de 11% para 14%. E passa a valer o mesmo teto do Regime Geral de Previdência Social (R$ 5.839,45).

A lei possibilita que a prefeitura também crie um novo sistema previdenciário, por capitalização, para os que ingressarem no funcionalismo – o Sampaprev. Para revogar a lei, é preciso que o prefeito Covas encaminhe um novo projeto ao Legislativo.

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