Manifestação na Câmara dá força à luta UNIFICADA para barrar o PL 621/16, a re(de)forma da previdência municipal

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Ato5 12 18 Camara Site 3O SINESP e demais Sindicatos e Associações do Fórum das Entidades dos Servidores Municipais participaram e convocaram suas bases para a paralisação e o ato dessa quarta, 05/12, em nome da necessária UNIDADE da categoria na luta para impedir que o PL 621/16 seja votado e a re(de)forma da Previdência Municipal seja aprovada!

Outras lutas como essa virão, rumo a uma greve geral maior que a de março!

O SINESP reforça o chamado à UNIDADE e à PARTICIPAÇÃO de todos, porque essa é a única forma de barrar o imenso ataque que o governo Covas e os vereadores que o apóiam querem fazer ao direito dos Servidores Municipais à aposentadoria!

SeminarioForum PL621 Dez 18 

Fórum marcou atividades

O Fórum das Entidades Representativas do Funcionalismo Municipal, pela unidade da categoria, programou atividades de luta contra a re(de)forma da Previdência Municipal:

Visita a todos Gabinetes dos Vereadores da Cidade de São Paulo para pressionar contra o PL 621/16 – O SINESP convocará previamente a categoria para os dias em que a ação for realizada.

Presença maciça nas reuniões da Comissão Especial de Estudos do PL 621/16 todas terças-feiras, às 11h00, na Câmara Municipal.

●Realização de um Seminário sobre o PL 621/16, promovido pelo Fórum das Entidades, envolvendo os Servidores Municipais para o dia 11 de dezembro, das 15h00 às 18h00, na Câmara Municipal de São Paulo.

 

Comissão Especial de Estudos para o PL 621/16 fere regimento interno da Câmara

Em resposta a requerimento, a Procuradoria da Câmara Municipal afirmou que a comissão é “sui generis”. É uma forma de apontar sua ilegalidade.

Segundo a Procuradoria, o regimento interno da Câmara determina 60 dias de funcionamento para comissões desse tipo, que devem ser aprovadas por maioria dos vereadores. Os 30 dias definidos em comunicado pelo presidente da Câmara foram, portanto, uma invenção golpista de quem quer a todo custo acabar com a Previdência Municipal e a aposentadoria dos Servidores, e criar um sistema complementar por capitalização para mostrar serviço a instituições financeiras.

Veja AQUI o texto do PL na integra e confira todas suas nefastas medidas contra os direitos dos Servidores e da população.

 

Reuniões da comissão estão marcadas e exigem mobilização total

QuadroReunioes ComissaoPL621Em reunião na terça, 04 de dezembro, na qual o SINESP participou através de seu Presidente, Luiz Carlos Ghilardi, os membros governistas da comissão marcaram reuniões para os dias 7, 10, 11, 13, 18 e 26 de dezembro, sempre às 11h no Plenário da Câmara. Mas como tiveram coragem de criar a comissão fora do regimento, os governistas podem se atrever a colocar o PL em votação a qualquer momento, alertam vereadores oposicionistas.

Isso é extremamente grave e preocupante para a categoria, pois mostra a determinação do governo Covas e seus apoiadores na Câmara de atropelar a categoria e impor a aprovação do PL 621/16.

A determinação dos Servidores de impedir a votação e a aprovação dessa reforma absurda, confiscatória, não discutida e que coloca a categoria como a vilã do orçamento municipal tem que ser maior ainda! Nossa luta tem que der adesão de todos, sem trégua a sem arrego!

O Secretário Municipal da Fazenda, Caio Megale, participou da reunião do dia 04/12. Ele confirmou a intenção do governo de aprovar a reforma da Previdência municipal mesmo sem aprovação em nível nacional. Para ele, a reforma municipal servirá de complemento à nacional, que não atenderia plenamente aos interesses da prefeitura.

Na reunião da comissão no dia 11 de dezembro, Sindicatos e Especialistas do tema serão ouvidos.

Todos na luta!!!

A mobilização também se dá virtualmente. Acesse AQUI os contatos dos Vereadores e pressione!!!

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Comentários   

#2 rosemary candoso da 05-12-2018 21:23
Vamos à luta não tem outro jeito! Com força r vontade!
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#1 Rosa Olivia Rios Her 05-12-2018 18:54
Direitos adquidos, logo após o concurso, devem ser respeitados. É totalmente antidemocrático mudar a legislação após a tomada de posse.
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