AGENDA CULTURAL

33ª Bienal de São Paulo tem data de abertura confirmada

bienal ibiraMarque na agenda o dia 7 de setembro de 2018. Sabe porque? É nesta data que São Paulo recebe a 33ª edição da Bienal. Com entrada Livre, o evento invade o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, com trabalhos de artistas e coletivos nacionais e internacionais selecionados pelo curador Gabriel Pérez-Barreiro.

Ainda sem um tema definido, o principal evento do calendário artístico do ano que vem ficará em cartaz no Pavilhão da Bienal até o dia 9 de dezembro de 2018.

Museu Afro recebe obras de Aleijadinho e do período Barroco

exp.aleijadinhoSe a grana ou o tempo andaram curtos para uma viagem pelas igrejas históricas de Minas Gerais, do Rio de Janeiro ou da Bahia, agora é a sua hora!

De 4 de agosto a 3 de dezembro, o Museu Afro Brasil recebe uma super exposição com cerca de 400 obras do período Barroco, apresentando consagrados nomes, como Mestre Valentim e Aleijadinho. A mostra fica aberta para visitação de terça a domingo, das 10h às 17h, com ingressos a R$ 6 e R$ 3 (meia). Aos sábados, a entrada é Livre.

Exposição brinca com o passado e exibe colagens com fotos antigas

expoDe 25 de agosto a 15 de dezembro, Renato Larini abre seu atêlie ao público e exibe uma série de obras feitas a partir de fotografias antigas, com intervenções de recortes, bordados e colagens. A exposição individual ocupa o Espaço Zebra, com visitações de terça a quinta, das 14h às 18h, e às sextas e aos sábados, das 19h às 23h, com entrada Catraca Livre.

“Tradição, Família e Apropriação” conta com mais de 50 trabalhos, que tiveram como principal matéria-prima fotos de álbuns das décadas entre 1920 e 1960, coletadas no bairro do Bixiga. Nelas, o artista realiza intervenções e coloca a fotografia contemporânea como instrumento de ressignificação.

25ª Bienal Internacional do Livro de São

bienalAQUI25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 03 a 12 de Agosto de 2018 no Pavilhão de Exposições do Anhembi. O evento é palco para o encontro das principais editoras e distribuidoras do país, apresentando seus mais importantes lançamentos em um espaço total de 85 mil m². Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente e muita diversão!

Clique AQUI para conferir a programação completa e realizar o seu credenciamento

Conheça seis sites para baixar livros legais e gratuitamente

LivrosLer, é sempre bom e faz bem...

Para quem gosta de ler, a internet pode apresentar algumas soluções boas e gratuitas. Existem alguns sites que disponibilizam títulos para download gratuito, e o melhor de tudo, legal.

Baixar e-books legalizados é uma maneira prática e econômica de ter sempre um livro ao seu lado seja via computador, tablet ou reader.

Confira seis desses sites e boa leitura!

Open Library

Com o objetivo de catalogar todos os livros do mundo, esse site tem mais de um milhão de obras para download grátis, em vários idiomas. Entre os livros em português é possível encontrar autores como Monteiro Lobato, José de Alencar e Machado de Assis.

Portal Domínio Público

Reúne obras em diversas línguas e mais de 2 mil livros em português, todos em domínio público.

Projeto Gutemberg

Mais de 100 mil livros em várias línguas diferentes que podem ser baixados em formatos diversos.

eBooks Brasil

Apesar do design ultrapassado, possui um acervo diversificado. Primeiro é preciso escolher o formato desejado para depois navegar pelos links das obras.

Obras raras da USP

O acervo ainda é reduzido (30 livros), mas tratam-se de edições especiais, que reúnem imagens raras.

Wikisource

É a "biblioteca" da Wikipedia e reúne livros de domínio público ou com licença "Creative Commons". Seu segmento lusófono tem mais de 27 mil títulos disponíveis, organizados por correntes literárias, país e data.

Via Galileu

 

Descubra um fantástico jardim suspenso no centro de São Paulo

aqui. 12Edifício Matarazzo, atual sede da Prefeitura de São PauloJardim na cobertura da Prefeitura de São Paulo conta com mais de 400 espécies vegetais e 3 mirantes

Quem caminha pelas ruas estreitas do centro velho de São Paulo, nem imagina que bem no coração da cidade, na sede do poder executivo municipal, um belo jardim se esconde. Da Praça Patriarca, quem ousa olhar para o alto e não para as ruas movimentadas, vislumbra um pouco do verde, o suficiente para instigar a curiosidade.

Bem ali, no Edifício Matarazzo, atual sede da Prefeitura de São Paulo, um jardim suspenso, pensado pelo próprio Matarazzo, quebra a paisagem de concreto. A visita ao jardim só é possível através da visita monitorada realizada pela SPTuris. Mas, não se preocupe, pois a visita vem bem a calhar para conhecer mais sobre a história do lugar.

Passado o momento inicial da visita, enfim chegamos à cobertura do prédio e ao tão misterioso jardim! Mais de 400 espécies vegetais, entre árvores frutíferas, pés de café, cana-de-açúcar e até mesmo um exemplar de pau-brasil aguardam os visitantes. Entre tanto verde, que até parece um bosque, ainda há três mirantes com vista para três regiões da cidade, sendo possível observar alguns pontos conhecidos de São Paulo, como o Copan, o Banespão e o Theatro Municipal. Por fim, mas não menos importante, um lago com carpas finaliza o passeio.

aqui. 13Mais de 400 espécies vegetais compõem o jardim

Orientações para visitação:

● Dias de visitação: Segunda a sábado, às 10h30, 14h30 e 16h30.

● A visitação tem duração prevista de uma hora.

● Não é necessário agendamento.

● Chegar com no mínimo 30 minutos de antecedência, na recepção do edifício.

 

TOULOUSE-LAUTREC no MASP com a exposição EM VERMELHO

MaspHenri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) foi um dos artistas europeus mais importantes da virada do século 19 para o século 20, momento decisivo para a arte moderna e palco para as transformações políticas, econômicas e sociais que até hoje marcam a vida nas cidades. O MASP apresenta a mais ampla exposição dedicada ao artista no Brasil, abarcando toda a sua produção, desde os primeiros anos, na década de 1880, até o fim de sua vida, e reunindo 75 obras e 50 documentos. Toulouse-Lautrec em vermelho faz alusão ao salão de entrada de uma luxuosa maison close parisiense, que o artista frequentou nos anos 1890 e onde criou uma relação de amizade com as mulheres que ali trabalhavam. Extrapolando os interiores do salão vermelho, a exposição traz uma profusão de personagens — burgueses, boêmios, trabalhadores, dançarinas e artistas que conviviam em Paris e que fizeram parte do círculo afetivo e artístico de Toulouse-Lautrec.

Toulouse-Lautrec em vermelho se divide em cinco núcleos. O primeiro deles apresenta o mundo das maison closes — “casas fechadas”, em francês — e revela o carinho e a simpatia do pintor em relação às mulheres retratadas. As três obras centrais são apresentadas num painel vermelho, evocando o famoso salão de entrada da maison La Fleur Blanche [A Flor Branca], em Paris. O segundo núcleo da exposição reúne outras representações de mulheres — algo a que Toulouse-Lautrec dedicou especial atenção —, reunindo lavadeiras, modelos de ateliê, burguesas e nobres, e assim evidenciando ou questionando seu papel social. O terceiro núcleo da exposição é dedicado a retratos masculinos. Ao contrário do que ocorre nas representações femininas, conhecemos os nomes de todos os homens na pinturas de Toulouse-Lautrec incluídas na exposição, um sintoma eloquente da discriminação entre homens e mulheres e do papel que cada um exerce na sociedade, na história e na cultura visual. Finalmente, o quarto e o quinto núcleos trazem representações da vida noturna, com seus cabarés, bares, restaurantes e casas de espetáculo que proliferaram em Paris depois que a cidade começou a ser iluminada pela luz elétrica. Aqui vemos diversos personagens, como os trabalhadores que à noite frequentavam o Moulin de la Galette e tentavam esquecer a dura jornada de trabalho, a célebre dançarina Jane Avril (1868-1943) ou o debochado dono de cabaré Aristide Bruant (1851-1925), imortalizados em grandes cartazes que anunciavam seus espetáculos e que acabaram por marcar profundamente a paisagem urbana. Toulouse-Lautrec em vermelho apresenta também uma seleção de 50 documentos, entre cartas, bilhetes, telegramas e fotografias do artista e de seu círculo, que constituem uma memória viva daquela época.

Num contexto mais amplo das histórias da sexualidade e das representações de gênero, a exposição de Toulouse-Lautrec dialoga com as mostras de Teresinha Soares, Wanda Pimentel, Miguel Rio Branco e Tracey Moffatt. Num segundo momento, se relacionará com as de Pedro Correia de Araújo em agosto, Guerrilla Girls em setembro e, em outubro, com a coletiva Histórias da sexualidade.

Veja AQUI a galeria de imagens da exposição.

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